terça-feira, 20 de setembro de 2011

Voltando a ser criança.

Talvez hoje, devêssemos voltar a ser crianças. Brincar, correr, gritar sem dor, brigar para poder pedir perdão, rir de besteiras, fazer besteiras, fazer perguntas sem sentido. Mas voltar a ser criança quer dizer muito mais do que isso, quer dizer voltarmos para aprender de novo aquilo que o tempo vai nos tirando como por exemplo os valores do perdão, da amizade, do amor, da alegria, do desejo de descobrir...  Aprender de fato que ler é bom, que salada é ruim mais faz bem, que estudar é chato mas é importante, que é errado responder os mais velhos, que bons modos vão além do bom dia, que mãe e pai é fundamental assim como todo o resto família. Ave! Agora deu vontade de voltar ao passado e responder que o certo é “poco” e não “copo”. Deu vontade de aprender a andar de bicicleta, aprender a ler e escrever, aprender que eu nem sempre estou certo. E o pior e mais difícil de aprender foi o que eu aprendi mais rápido: que o tempo não para.

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